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Banco foi condenado a pagar mais de R$ 1 milhão em indenização a um ex-funcionário que desenvolveu LER/DORT após mais de 30 anos de atividade

Uma decisão recente da Justiça do Trabalho reforçou a importância da saúde ocupacional como dever legal e responsabilidade social das empresas.

Um banco foi condenado a pagar mais de R$ 1 milhão em indenização a um ex-funcionário que desenvolveu LER/DORT após mais de 30 anos de atividade.

A sentença destacou que o empregador deixou de cumprir obrigações essenciais previstas nas normas de saúde e segurança, como:

– Pausas regulares e controle de jornada;

– Rodízio de tarefas;

– Avaliação ergonômica dos postos de trabalho;

– Acompanhamento médico periódico.

Essas medidas estão previstas na NR-17 (Ergonomia) e NR-7 (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional), e o descumprimento configurou negligência patronal.

O resultado: condenação ao pagamento de pensão vitalícia em parcela única e indenização por danos morais, reconhecendo o impacto físico e emocional sofrido.

O caso alerta empresas para o custo da omissão, e trabalhadores, para a importância de buscar seus direitos diante de doenças relacionadas à rotina laboral.

Se você atua no setor bancário e enfrenta dores ou sobrecarga física no trabalho, busque orientação jurídica. Cada caso precisa de análise individual para garantir seus direitos.

Fonte: Rádio Tupi

https://www.tupi.fm/economia/banco-enfrenta-condenacao-milionaria-que-ressalta-falhas-em-saude-ocupacional/

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